sábado, 6 de novembro de 2010

Democracia


Foto de Manuel Madeira - Olhares.com


Esse é o tema do artigo que tenho que fazer pra sociologia e estou com certa dificuldade de começar. Tenho algumas ideias a esse respeito talvez polêmicas não sei, mas é o que penso. Por exemplo, se democracia é o poder de escolha na mão do povo porque esse poder ainda não nos é completo? Deixe-me explicar. Ok eu posso votar e escolher quem eu quero, mas aí é que tá eu não posso, eu sou obrigada a votar. Se democracia implica em liberdade então eu só deveria votar se quisesse, acho que assim sim poderia dizer que esse poder é meu. Nos Estados Unidos é assim, creio que em outros lugares também. Aí alguns falam, "ah mas eles já sabem lidar melhor com isso". E eu pergunto, quando é que um povo pode aprender a lidar com uma coisa sem exercitá-la? Temos que aprender a lidar com o poder que temos, inclusive o poder de poder escolher votar ou não.

Essas eleições nos mostraram coisas curiosas, boas e ruins. Marina com uma votação bastante expressiva em sua primeira tentativa ao cargo de presidente, Tirica eleito, uma abstenção bastante grande de voto. Mas pensemos em Tiririca por hora. Será que ele teria sido eleito se as pessoas não fossem obrigadas a votar? Teria sido um voto de protesto? Bastante alienado é bem verdade já que as consequências foram sequer avaliadas. Mas eu fico pensando nisso, em quanta gente vota por votar, só porque é obrigado, e como as coisas poderiam ser diferentes se cada um pudesse escolher votar ou não. Tem tanta gente(a maioria das pessoas por sinal), que nunca acompanha política, tá se lixando pra isso e depois vai lá e vota só pra cumprir um rito obrigatório. Eu não sei mas creio que se pudéssemos escolher votariam apenas quem tem o mínimo de respeito e consciência sobre política.

Bom mas isso aqui é Brasil e por enquanto é assim que é né? Agora Dilma foi eleita e como a querida Marina disse, agora ela é nossa presidente gostemos ou não. Temos então que fiscaliza-la, exercer nosso direito pós eleições. Como diria aquela antiga canção, "até bem pouco tempo poderiamos mudar o mundo, quem roubou nossa coragem?" Ainda podemos, se quisermos. Então olho nela, e em todos os que elejemos ou não, o que importa é que esse é NOSSO país, e temos que usar dessa "democracia" para cuidar dele.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Mergulhe



Desculpem o sumiço pessoal, novamente. Para os poucos que ainda lêem o que escrevo obrigada pela paciência.rs Mas essa correria louca em que nos metemos as vezes dá nisso, a gente fica sem tempo pra fazer o que gosta, e estressado demais pra se lembrar delas. E é sobre isso que quero falar.

Tenho pensado(aliás coisa que faço demais), em como vamos passando pela vida e nos anestesiando muitas vezes para o que realmente importa e eu me pergunto se não é isso que gera tanta violência com as pessoas com a natureza. Nós passamos pelas coisas simplesmente por passar, vemos árvores nas ruas nas estradas, mas não enxergamos, tocamos, sentimos, e se não sentimos não nos pertence. "Porque preservar a natureza? E eu aí que a natureza? Que diferença faz? Ligo meu computador e vejo os lugares que quizer sem sair do lugar, coloco um bonito descanso de tela e pronto, é o mais natural que vivo."

Eu tenho uma ligação imensa com a natureza, é meu jeito pessoal de descarregar as energias e recarregar também, quando não estou bem penso logo em mato, água, e geralmente um bom mergulho ajuda bastante. Eu curto bastante essas coisas tomar banho de chuva, sentir o vento, ficar sozinha comigo mesma, só eu e Deus. Isso me leva a meditar, rever e sentir mais as coisas, quando não faço sinto falta. Mas pensa em quanta gente nunca teve contato e não sente a menor falta, tá acostumado a lidar só com máquina e maquiniza também todas as relações humanas?

O que uma coisa tem haver com a outra? Tudo. Como já disse é claro que não vou cuidar do que não sinto, consciência ambiental, que isso? Pra quem não tem o mínimo de contato com o ambiente em que vive. E gradativamente vai se perdendo o contato com o animal humano também, vai se perdendo a sensibilidade, não se enxerga mais o outro, pra quem mal se enxerga não dá pra pedir muito mesmo.

Por isso tente não se contentar com a superfície, por mais que seja difícil tente olhar pra dentro pra conseguir olhar pra fora, tente olhar mais paro o natural, para a vida. Eu sei como as vezes as coisas parecem escuras e sem solução, sei muito bem, mas elas sempre podem ficar melhores quando as enfrentamos com a alma mais aberta, despoluída nessa confusão diária do mundo. Por isso faça o que fizer não fique na superfície, mergulhe, mergulhe nos sentimentos, no contato, até mesmo na dor, faz parte então é melhor viver, ir até o fundo dela e voltar mais forte. Vamos lá, vamos mudar o mundo começando por nós. Mergulhe.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Nem tudo está perdido




Não sei como foi para a maioria das pessoas, mas essa eleição para mim foi especial, e nem estou falando de "ganhadores" ou "perdedores" mas de uma coisa muito mais importante que tudo isso e que a gente não se lembra muito no dia a dia. Falo de um espírito diferente, uma coisa boa que estamos nos desacostumando a sentir, uma fé de que nem tudo na nossa política está perdida, é claro eu falo da Marina.

Sabe eu trabalhei muito na política, certa ou errada eu sempre agarrei com unhas e dentes o que eu fiz, se eu estava de um lado, fosse qual lado fosse, eu estava porque acreditava, e isso foi bom e ruim também. Não preciso nem dizer o que acontece no final né? É claro me decepcionei, minha utópica visão de política e de políticos honestos aos poucos foi sendo levada água a baixo e eu ficava me perguntando se tinha mesmo que ser sempre assim. Bom a Marina tem me mostrado que não, ainda podemos apostar em muita coisa boa por aí, a Marina trouxe uma onda muito boa que se quizermos pode durar e trazer outras.

O Brasil provou nas urnas que quer renovação, me assustei com a votação expressiva que a Marina teve, tá certo que esperava mais, mas por ser a 1ª vez dela foi excelente. Mas melhor que isso foi a mobilização que isso gerou, uma mobilização bonita de se ver, limpa, sem aquela baixaria que estamos acostumados, o que vimos foi uma pessoa boa atraindo outras, gestos, manifestações em prol de uma causa maior que vai muito além do ganhar ou perder, tem haver com o resgate daquilo que perdemos, o respeito a política. To me lixando pra Tiririca, "Azias" e todo o resto, se colocarmos tudo na balança o resultado foi muito bom sim, o que não podemos é deixar isso acabar.

A Marina venceu sim, venceu porque resgatou a nossa fé, coragem e altivez. E quer saber? Se nos unirmos a cara que o Brasil terá não será de Serra ou Dilma, será a nossa, eu insisto nisso porque é verdade e temos que acreditar nisso, nós podemos fazer muito se quizermos se não escondermos nossa coragem embaixo de uma cama. Vamos lá, mostremos de que é que o Brasileiro é capaz pela sua terra, pelo seu povo principalmente, vamos mostrar que estamos acordados e alertas ao que tem acontecido a nossa volta. Será que to sendo utópica de novo? Eu espero que não.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Do It



Do It
Lenine
Composição: Lenine/Ivan Santos

Tá cansada, senta
Se acredita, tenta
Se tá frio, esquenta
Se tá fora, entra
Se pediu, aguenta

Se sujou, cai fora
Se dá pé, namora
Tá doendo, chora
Tá caindo, escora
Não tá bom, melhora

Se aperta, grite
Se tá chato, agite
Se não tem, credite
Se foi falta, apite
Se não é, imite...
Se é do mato, amanse
Trabalhou, descanse
Se tem festa, dance
Se tá longe, alcance
Use sua chance

Se tá puto, quebre
Tá feliz, requebre
Se venceu, celebre
Se tá velho, alquebre
Corra atrás da lebre

Se perdeu, procure
Se é seu, segure
Se tá mal, se cure
Se é verdade, jure
Quer saber, apure

Se sobrou, congele
Se não vai, cancele
Se é inocente, apele
Escravo, se rebele
Nunca se atropele...
Se escreveu, remeta
Engrossou, se meta
E quer dever, prometa
Prá moldar, derreta
Não se submeta, não se submeta..

Mais uma vez as músicas do Lenine, não posso evitar.rs Gosto muito dessa letra, principalmente porque ela é toda movimento e eu creio que isso é o que mais tem faltado para todos, para nossa sociedade de um modo geral. Passa tempo, meses e anos e vemos pouca coisa mudar porque escolhemos assitir a vida ao invés de atuar nela.

Pensem no cenário que temos hoje na política, da distruibuição de renda, nos nossos direitos. Direitos.. Será que ainda os temos de fato? Renunciamos tão facilmente, parece tão barato, tão pouco. As vezes eu confesso que tenho medo, medo do futuro, do que vai ser se ninguém resolver se mover, mas se mover de verdade. É claro que não dá pra generalizar, nunca, mas poucos fazendo muitas coisas, não dá, nem que esses poucos quizessem conseguiriam dar conta de tudo.

Por isso essa mensagem é pra hoje, pra ontem, pra sempre. Do It! Façamos algo enquanto ainda podemos, a ditadura maior de todas é aquela que imputamos a nós mesmos, por medo, por preguiça, por qualquer coisa não justificável, façamos algo e façamos já.

sábado, 11 de setembro de 2010

Mito da caverna moderno




Minha professora de filosofia a uns dias atrás nos deu um desafio que eu amei diga-se de passagem, reescrever o mito da caverna de Platão. Pra mim foi como "jogar o sapo n'água" como dizem, amo escrever e o mito é incrível. Então humildemente eu escrevi e vou compartilhar com vocês, não ficou muito curto, mas se tiverem paciência de ler.rs Aí vai.

Pensamentos de Beatriz

Beatriz vive em um mondo de coisas estranhas, de bichos estranhos que se escondem, ela mal pode vê-los, passam sempre tão depressa. Beatriz mal se enxerga a luz a clareia rapidamente e logo se vai. Ela vaga como um zumbi sem esperança de um dia sair dali. O que estaria acontecendo com todos afinal? Ela ouve contar que um garoto foi morto porque esbarrou em uma mulher com um bebê em um ônibus, depois disso ao andar ela evita encostar nas pessoas, agora além de ela mal falar com a s pessoas ela tem medo de toca-las.

Beatriz começou a ficar com medo de tudo e de todos, começou a desenvolver manias estranhas como a de se lavar o tempo todo e já quase não saia de casa. A mania de se lavar ela percebia que geralmente vinha depois que tocava em alguém em casa, no trabalho, onde quer que fosse. Afinal como não sentir repulsa por homens que se revelavam tão cruéis?

Foi então que Beatriz começou uma busca quase que solitária pelas respostas que precisava sobre o que acontecia com ela. Pesquisou em livros e na internet e descobriu que estava com depressão, mas o que seria isso? Sabia como motorista que depressão na pista significava um buraco ou uma grande baixada, estaria ela então dentro de um buraco? Um dia um amigo(um dos poucos que ela ainda tinha) foi visita-la e lhe disse algo revelador. Ele disse que só tinha depressão quem pensava minimamente sobre a vida, quem refletia sobre ela e não apenas vivia e se acomodava sem se preocupar com o sentido dela. Beatriz então se sentiu especial, ela era diferente da maioria das pessoas, suas buscas a levaram a depressão talvez essa fosse a chave para que ela pudesse sair também.

No dia seguinte Beatriz que estava de licença do trabalho começou a andar pela casa pensando nessas coisas, de repente passou por um espelho grande que ficava em sua sala e parou em frente a ele, sentou-se no chão e começou a olhar cada traço de seu rosto, suas olheiras fundas de noites e noites em dormir direito, o cabelo descuidado. Onde estaria aquela mulher vaidosa e cheia de vida que ela já fora um dia? E então ela começou a fazer uma oração silenciosa, quase que instintivamente, coisa que já não fazia há muito tempo. Abriu os olhos e já se sentia um pouco melhor.

Ela levantou-se e continuou a andar pela casa, onde estariam todos? Lembrou se morava sozinha e tinha poucos amigos. Ela então se encaminhou ao jardim, sim ela tinha um jardim, o que era um privilégio em uma cidade tão grande, mas quase sem nenhuma flor, estava seco, como ela mesma. Ela molhou bem a terra e começou a mexer nela, arrancar as pragas, enquanto o fazia pensava na própria vida, mas “pragas” que foi deixando acumular ao longo do caminho, da solidão do medo. Ela nem sabia mais o que era um relacionamento sadio com a família ou quem quer que seja. Tinha agora 30 anos e estava há uns 5 anos sozinha.

Beatriz começou uma longa viagem para dentro de si mesma, e foi só com ela mesma que ela conseguiu encontrar as respostas que precisava. Os dias foram passando e as primeiras folhas novas foram nascendo em seu jardim, Beatriz acorda bem cedo d penteava, se pintava e ficava bela para ela e para seu jardim, e quanto mais aprendia e compreendia quem ela era, mais se sentia feliz. Até um dia sentir uma paz tão grande que não cabia mais naquelas paredes.

Beatriz saiu de casa e foi contar para todos o que acontecera com ela, com um vestido florido e toda arrumada, o cabelo solto, saia a contar como descobrira que a vida podia ser sim, muito mais bela e possível de ser vivida, e como o contato consigo mesma a deixara mais sensível e mais humana. Mas as pessoas diziam que ela agora sim estava louca e iludida, que a vida não era um conto de fadas como ela imaginava. E ela se perguntava se haveria alguém que pudesse entendê-la.

Com o tempo ela descobriu que sim, essas pessoas existiam, mas não eram tantas assim, teria de se acostumar com a ideia de que sempre se sentiria meio estranha a partir daquele momento, mas não importava mais, ela era mais feliz.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Falar e ser ouvido..




Das muitas coisas que sempre penso, uma em especial ficou martelando na minha cabeça nos últimos dias, a dificuldade que temos tido na correria do dia-a-dia de ouvir o próximo. Há um mês mais ou menos aconteceu um fato muito triste com uma amiga, ela perdeu uma amiga de infância que foi morta pelo namorado, o caso teve até destaque na mídia, foi um crime bárbaro. O que tem a ver? Bom, estudos mostram que falta de afeto e atenção, principalmente nos primeiros anos de vida, tornam as chances de uma pessoa se tornar um psicopata bem maior, 70%, é bastante. Parece que esse era o caso desse rapaz, falta de carinho, de atenção, que pode ter gerado um bloqueio que no fim virou uma falta de aceitação da rejeição, que acabou levando a morte de uma outra pessoa.

Fico me perguntando o que tem feito com que nos tornemos tão individualistas e insensíveis, a ponto de não estender a mão para quem precisa, não parar por um minuto pra ouvir uma outra pessoa, pra abraçar, dar carinho. Como disse foi comprovado que quando a criança não recebe carinho ela pode se fechar tanto que pode se tornar um psicopata. Pensando nisso soube que um grupo de pessoas vai como voluntário em alguns orfanatos só para dar colo aos bebes, dar carinho, "conversar". Fiquei encantada quando soube disso, alguém ainda se importa, temos que aprender a nos importar também. Assim como uma criança que chora por um colo e não tem pode acabar ficando doente no futuro, isso acontece em certa medida com todos nós. Todos sabemos como é horrível e desesperador "gritar" sem que ninguém escute, quer dizer, espero que nem todos tenham tido essa sensação. Eu já tive, mas no meu caso eu tive a certeza de que a "pessoa" mais importante me ouvia, e Ele se fez presente, meu Deus não me desamparou. Mas para quem não tem nem isso, imagino que deva ser desesperador.

Nesse momento a centenas e milhares e milhões de vozes "gritando" por aí, em blogs, em vlogs, em casa, no campo, em tantos lugares. Com ou sem a tecnologia, se escondendo ou não por trás dessa máquina onde muitos preferem passar o tempo fugindo do mundo real, como no mito da caverna, como se não existisse mais nada. Seja de que forma for há pessoas sofrendo, com medo de tudo e de todos, e pra elas até mesmo um bom dia fará diferença. Afinal o mundo é bem maior que nosso umbigo, podemos criar as máquinas mais modernas e mais rápidas do mundo, ainda não inventaram uma máquina de carinho, e se inventarem que guardem para si, ainda prefiro o real. Por isso se vir alguém sofrendo ao seu lado, tente fazer algo, não precisa ser muito, talvez ela só queira ser ouvida.

domingo, 15 de agosto de 2010

Ganhar ou perder?



Eis a grande questão da humanidade, ser vencedor ou ser perdedor? Um garoto cresce ouvindo que precisa vencer na vida, ser o 1º, vencer os outros, e aí nem todo mundo entende isso da mesma maneira. Ser melhor como? Vale tudo pra isso? Vale matar, roubar, enganar? Esse mesmo garoto se vê em uma situação ruim, ele não é enxergado, ele não é o 1º ele sequer é o último, e então alguém coloca uma arma em sua mão e o diz que com ela ele nunca vai passar despercebido, agora ele manda. Quem são culpados? Todos nós. Porque alguém tem que ser sempre o 1º? Porque alguém tem que perder para outro ganhar? Porque não podem existir vários ganhadores de formas diferentes? Posso não ser o mais rápido, mas posso ser o mais engraçado, o mais carinhoso, o mais amigo, leal. Porque temos que rotular as pessoas e dizer que umas são melhores que as outras?

Temos que nos policiar com as sutilezas da vida que nos são impostas todos os dias. Ouvi algo muito sutil na época da copa e fiquei pensando. Estávamos vendo os jogos e alguém disse que era melhor ganhar em 3° do que ser 2º lugar, porque quem é 2º na verdade perdeu do 1º. Que triste não? Alguém sempre tem que ser perdedor? Ser 2º não basta, ou 3º ou 4º, só o 1º vale. Se for assim estamos perdidos não é? Não cabem todas as pessoas do mundo no 1º lugar do pódio ou cabem? Você é melhor em alguma coisa, em fazer alguém sorrir, em amar com todas as forças, em tirar de uma pessoa simples aos olhos dos outros o que há de mais especial de dentro dela, você vai ser sempre o 1º pra alguém, não importa o que faça ou quantos prêmios tenha, você é especial pra alguém, pra você mesmo e isso basta. E isso basta? Deveria.

Podemos não ser os melhores nas nossas profissões, nem o mais bem sucedido, mas faça o que fizer faça de coração e você será muito bom nisso, o melhor pra alguém, pra sua comunidade, pro seu bairro, pra sua empresa, ou pro seu colega de trabalho. Ame, ame muito viver, você com certeza faz diferença pra alguém ou fará se agir assim. Não se constrói nada sozinho, não existiria o 1º se não houvesse o segundo e por aí vai, por isso é besteira perder tempo com coisas pequenas, com números e colocações, a coisas melhores a se fazer, viver por exemplo. Eu digo por mim, quero a partir de hoje perder menos tempo em tentar superar os outros, mas tentar a cada dia me superar, me realizar e realizar a Deus que pra mim é quem mais importa. Quero ser feliz, amar muito, ser muito amada, sonhar e realizar tudo o que puder, sem importar se serei a primeira ou a última, serei eu, e basta.