Pra não fugir do tema meio ambiente e sustentabilidade que eu gosto bastante. Esse clip da Broker Fraser propõe uma reflexão sobre isso.
Temos uma grande responsabilidade em nossas mãos, será que estamos prontos? Na veradade tinhamos que estar a muito tempo né? Alguns dizem que não há esperança, eu como já disse outras vezes, ainda tenho. Eu sou do tipo que sempre tem esperança, não sei se estou certa em ser assim, na verdade não temos muitos motivos pra confiar no "homem" mas. Eu não creio que ele seja tão burro a ponto de ver o barco afundar sem pelo menos tentar dar umas braçadas. Quem sabe.. Oro pra que Deus dê mais consciência para as pessoas, a começar para mim mesma a cada dia. Com gestos simples podemos tentar salvar o mundo.
Pelo que vemos o Brasil ainda está bem a frente em muitas questões, até pela contribuição da Marina e tantas pessoas que lutaram nesse sentido, mas claro ainda falta muito. Vivemos em um lugar privilegiado, onde tem muita água, muito verde, riquezas incalculáveis. E fico pensando em países como Estados Unidos que "dizem" não dar a mínima pra essas questões e só agem na base da pressão, mas que vivem de olho na amazônia por exemplo. Será que eles esperam correr pra cá quando tudo explodir? É uma hipótese louca, talvez, mas o que eles fazem também não é loucura. Sentar e assitir o meio ambiente "ir para o espaço" de braços cruzados? Além de ser uma tremenda burrice é egoísmo porque não dá pra colocar "muros" na poluição e deixar ela ficar só por lá. Seria bom se pudessem assim eles provariam de verdade do próprio veneno e aí quem sabe pensariam melhor e mediriam as consequências disso.
Mais uma vez alguns podem dizer que é viagem minha sei lá. Mas acho que viagem maior ainda é investir tanto dinheiro em explorações a outros planetas quando não conseguem dar conta nem de um. Será que acabar com um não está de bom tamanho? Será que eles imaginam mesmo que vai dar pra arrumar a malinha e mudar pra um deles? Eu realmente fico chocada com tamanha tolice. Bom eu vou continuar tentando salvar esse aqui, vamos lá? Ele é nosso e precisamos nos unir e lutar para defendê-lo, acima de todas as coisas, de todas as lutas, sem essa todas as outras são desnecessárias.
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terça-feira, 25 de maio de 2010
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Planeta sintético

Pois é, mas uma vez eu tomei um chá de sumiço por uns dias né? E na verdade eu nem deveria estar aqui escrevendo agora, amanhã tenho um trabalho para entregar de 10 laudas, mas como eu já fiquei até as 2:30 assistindo um filme para esse trabalho e separando por tópicos cá estou eu, ocupando um dos "poucos" espaços que tenho como "massa".
Vi uma coisa no fantástico no domingo que me deixou chocada, trata-se de uma reportagem que falava das mudanças climáticas, fim do mundo e tal. Então, agora estão descobrindo e a coisa tá feia e aí começou uma corrida frenética pra saber quem tem a ideia mais idiota para salvar o planeta. O que você acha mais fácil, plantar mais árvores(por mais que elas demorem a crescer, um dia crescem) ou sair por aí distribuindo árvores sintéticas? Recriar uma coisa que a natureza já dá de graça! Pensar em poluir menos, encontrar formas alternativas para filtrar ou evitar de se liberar tantos gases poluentes para a atmosfera ou dar remédio para que as vacas arrotem menos? Pensar em uma sustentabilidade, em todos os sentidos (e isso incluiu leis mais rigorosas e tal para que parem de derrumar tantas matas para transformar em pasto) ou parar de comer carne bovina, parar de criar gado e pensar em uma cane artificial?
Aí você pode dizer, "ah mas das opções você deu todas já foram tentadas, algumas estão sendo estudas e muitas já estão sendo colocadas em prática." Sim, com certeza, mas será que está sendo feito um esforço suficientemente grande nesse sentido? A resposta é clara, não. E como isso não foi feito na hora certa agora querem correr atrás do prejuízo. A ideia deles é a seguinte "bom, talvez não chova nos próximos anos, então vamos ter que dar um jeito de criar artificialmente nuvens de chuva para ver se resolvemso isso, e se não tiver água não tem como ter pasto, nem gado, eles iam morrer a míngua". Porque quando tiver pouca água no planeta eles não vão querer distribui-la com um bando de bovinos né?
E assim vão remediando o irremediável. Eu não sei se sou tão otimista a ponto de pensar que o caminho que tomamos tem volta, sinceramente eu acho pouco provável, pelo menos humanamente falando sim. Nós já agredimos demais a natureza e ela está aí prevalescendo até hoje porque é "forte" mesmo. E agora esses "cientistas malucos" vem dizer que "filtrar" o arroto do gado, criar árvores sintéticas e carnes de "mentirinha" feita em laboratório é a solução? Por mais engenhosas que sejam esses projetos(que não ficam só nisso, claro), são completamente surreais. Eu fico pensando em qual o raciocínio usado por exemplo para a questão da carne artificial, e acredito que seja mais ou menos asssim: carne artificial = não comer carne de gado = a não ter que criar gado = a não ser preciso de pastos para eles = menos desmatamento. Um raciocinio mais óbvio seria esse, se é essa a ideia eu não sei.
O que eu sei mesmo, é que eu não quero viver nesse mundo que estão querendo "criar", acho desesperadora a ideia de viver rodeada de tanta artificialidade por todos lados, e tudo isso porque? Por que o homem não sabe cuidar do próprio "lar", própria vida. Não seria muito mais óbvio se pensar em reflorestamento por exemplo, ao invés de árvores sintéticas que façam o trabalho das naturais? Mas não, agora não há mais tempo não é mesmo? Pelo menos é o que a maioria pensa. Minha "humilde" opnião é de que há tempo ainda há. Ok, árvores demoram a crescer, rios são difícies de "despoluir", afinal destruir é muito mais fácil que restaurar mesmo, mas é muito mais óbivio que se pense em restaurar do que em "criar" essa aberação de mundo.
Só sei que eu não quero estar aqui se isso acontecer, se esse "mundo" for mesmo transformado nessa coisa estranha, nesse cenário de filme de ficção científica. Mas se estiver, se isso chegar mesmo a acontecer, sei lá, sinceramente não sei o que vou fazer, como vou me sentir, mas bem é que não vai ser, mas eu sei que não vou consumir essa "carne", "leite" e sabe-se lá mais o que eles "criarem", prefiro me isolar dessa "civilazação". Bom que Deus não permita que isso aconteça e dê um pouco mais de inteligência a esses cientistas do "mal", para que pensem e repessem esses atos, que usem todo esse conhecimento para salvar o planeta e não para remediar.
(Desde já peço desculpas por possíveis erros, não tive muit tempo de revisar, mas logo voltarei a escrever com mais frequência e com mais tempo de revisar, hoje é o último trabalho da faculadade, depois, férias!!!)
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Tempos Modernos

Esse é o título de um famoso filme de Charles Chaplin, brilhante por sinal. É incrível como ele teve uma visão tão inovadora naqueles tempos, e mais incrível ainda é que mesmo sendo antigo esse filme seja cada vez mais atual. Afinal esses novos tempos modernos, nos forçam a levar uma vida cada vez mais corrida, "mecânica".
É incrível como corremos para tudo. Eu digo de causa própria. Acordo as 6:30, corro para o trabalho, ás 7 já estou no trabalho e aí vou até as 11:30, quando saio para almoçar. No minha período de almoço, eu tenho que arrumar minhas coisas para a faculdade, quando não tenho que fazer trabalho, almoçar, tomar um banho,quando não tenho que lavar a "juba"(o que dá leve bastante tempo, por causa do tamanho dela), engulo a comida e aí corro de volta para o trabalho. Volto à 13:00, fico no trabalho até as 17:00. Do meu trabalho eu vou pegar o ônibus para a faculdade(quando não passo em casa, porque quando passo é outra correria). Aí eu entro no ônibus às 17:45, que corre para a faculdade. Lá eu fico até as 23:00, pego o ônibus de volta para a minha cidade e chego em casa 00:00. Aí finalmente eu dormo, pra no outro dia começar tudo de novo.
Essa "coisa" toda de ser moderno é boa por lado e ruim por outro. Sim, primeiro que não dá para fugir disso e segundo que é necessário, se a gente não lida com isso fica parado no tempo, não vive. Mas o lado ruim é que a gente fica sempre tão preocupado com ganhar dinheiro, ser competênte e blá blá blá blá, que esquece de coisas pequenas que fazem a vida muito mais feliz, a-cor-da a vida. Por exmplo, agora mesmo eu tava admirando uma pererequinha que tava aqui em frente ao meu trabalho, uma graça, pequenininha. Ela tava custando a pular porque o piso aqui da galeria é de ardósia e ela tava escorregando. Tava muito bonitinha, eu até filmei ela um pouquinho. Aí veio um tosco da acadêmia ao lado e empurrou ela com a vassora e eu acho que matou ela. E pior que a culpa foi meio que minha porque eu chamei a atenção pra ela, até então ninguém tinha nem visto ela ainda.
É disso que eu to falando sabe? Ninguém tem mais tempo, ninguém se importa com essas coisas que "acordam" a vida, colorem. A vida fica muito vazia se a gente pensa só em trabalhar, pra comer, vestir, se "divertir". Tem tanta coisa que nos faz feliz e que tá aí na nossa frente, de graça!!
Domingo passado por exemplo eu fui com um amigo para uma serra aqui na minha cidade mesmo. Entramos no mato, me arrenhei nos espinhos, tirei mil fotos. Enfim, foi bom demais, andei demais, cheguei morta de cansaço, mas feliz, leve.

Eu admirando a beleza da minha terrinha.
Eu acho que melhor mesmo é ser moderno, sem perder a essência de "caipira", no sentido de ser do mato mesmo, da terra. Entender o quando é bom ter contato com essa coisa linda que Deus nos deu e tantas outras coisas. Parar pra ver uma criança brincando, um passarinho cantando, a vida acontecendo com toda a sua beleza, em cada detalhe.
Fácil não é, mas é possível. E quanto mais perto chegarmos dessas coisas, "simples", melhor será para todos. Além de sermos seres humanos mais felizes, seremos mais conscientes também. Porque a gente não dá valor as coisas até ver o quanto são importantes. Se pararmos para pensar dá para enteder porque o ser humano não cuida da própria terra. Ele não para pra admirar, para observar, e ver o quando é importante, pelo menos a maioria das pessoas não. E como vamos valorizar uma coisa que não nos é familiar? Não adianta nada esse monte de campanha ambiental se não pararmos para ver, entender, tocar. É preciso ser moderno sem deixar de ser humano.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Toma que o filho é teu!
Pois é em um dia eu falo da terra/lixo do filme Wall-e (que eu acho mesmo que todo mundo já viu, eu é que tava atrasada), e no outro o ministro Carlos Minc diz que o Brasil não vai se tornar um lixão. Acho que alguém deve estar querendo dizer alguma coisa com esse ato sabia? Por exemplo quanto a moral super duvidosa dos nossos políticos. Para um país que tem um governo/lixo um pouquinho mais de lixo não deve fazer diferença não é? Se bem que acho que eles não se importam muito com isso. O fato é que ninguém explicou direito ainda por que cargas d'água esse lixo veio parar aqui. Coisas de Brasil né? O melhor é que até conseguir mandar esse lixo de volta foi uma novela. Só conseguiram ontem de manhã.Será que a teoria do Wall-e está mais próxima do que pensamos. Se não estão sabendo mais o que fazer com o lixo e por causa disso estão enviando de presente para outro país, pode ser. Exagero ou não estamos prestes a ter que tomar medidas drásticas nesse sentido a meu ver. Nós nem nos damos conta mas um dia desses é bem capaz de termos nossos lixos devolvidos na porta de casa mesmo. Nos grandes centros isso já acontece, é só ter uma chuva mais forte e as enchentes fazem esse serviço de entrega de lixo a domicílio.
Vi um documentário na faculdade, um pouco antes das férias que falava sobre isso se chamava The Corporation. Como o título já indica trata-se de mostrar o lado sujo das corporações (se bem que eu acho que não tem como ter lado limpo). Todas as pessoas que estão nisso estão por grana, elas não querem nem saber de ambientalismo, consequentemente pouco se importam com as pessoas, e daí se a Nike lucra com trabalho em regime de escravidão, ela quer é lucrar(é o exemplo mais citado, mas não me lembro de muitos agora). Pelo que o próprio documentário cita também a maioria das grandes empresas tem um mundo de processos nas costas por causa de crime ambiental e mais um monte de coisas. Bom eu não vi o filme até o final e não deu tempo de ter uma opinião formada demais sobre ele. Mas um monte de coisas que ele mostra a maioria de nós já sabia, a grande questão é o que fazer. Sinceramente sozinhos não podemos fazer nada, pobres de nós meros mortais, e manifestaçõesinhas como o documentário mostrou também não resolvem muita coisa.
Bom mais a questão inicial era o Brasil/lixão. É que The Corporation, lixão, tem tuda a ver. Mas nós estamos mais arraigados nisso do que supomos, querendo ou não nós estamos, nós financiamos os crimes ambientais, a escravidão, e nós sabemos disso! Mas o que é que se há de fazer né? Não dá para boicotar todas em empresas que agem de forma ilegal, acredito que se fizessemos isso não comeríamos, não faríamos nada. Mas isso é tão complexo e eu não vou me atrever a entrar muito nisso, porque acho que tem que ser muito entendido do assunto para se aprofundar mesmo.
Mas voltando ao LIXÃO.rs Basicamente o que o Brasil fez ao devolve-lo foi dizer "toma que o filho é teu". Nosso é que não era, pelo menos esse não. Tem lixo nosso espalhado pelo oceano, já mostraram uma vez pontos que ficam acumulados de lixo e vão para onde bem entender. Parte dele é nosso. Só que se é prá repartir esse lixo a coisa tem que ser mais organizada, tem que repartir isso com todos os países, é o justo, só que de acordo com a poluição de cada país. Não dá prá ficar com o lixo dos outros, o ministro disse que aqui não é lixão, e se ele disse tá dito né?;) Pelo menos a gente finge que sim. Ou a gente pode mandar tudo para uma ilha deserta e contratar o Wall-e para cuidar dele, se bem que haja ilha deserta prá tanto lixo. O melhor é cada um cuidar bem do seu lixo e pronto, fica todo mundo feliz e o planeta agradece.
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