sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Ah.. a vida..




Sumi de novo! Pois é, tá difícil me concentrar ultimamente, a faculdade já começou "quente", trabalhos, livros pra ler, muita coisa. Enfim coisas da vida moderna.

Tenho pensado muito(pra variar), em toda essa correria, no quanto a vida exige de nós, nos suga, acabamos por ficar demasiadamente acomodados com tudo de ruim que ela nos impõe. Trabalhe! Estude! Não durma! Não coma! Diversão? Jamais! Não há tempo a perder, tempo é dinheiro! E assim nós vamos tocando a vida, carregando cada dia como um fardo pesado, e sem chance nem pra ficar doente, nossos patrões não admitem "cooperadores" doentes. E mesmo no caso de ser dono do seu próprio negócio a coisa não melhora muito, talvez até piore(se bem que não creio que nada seja pior que ser "escravo").

E assim vamos, acomodados que somos muitas vezes, ou por falta de opção, ou por comodismo mesmo, ou por medo. Por falar nisso, já reparou como temos medo de mudanças? Pois é, esse medo só nos faz ficar exatamente no lugar que estamos, nem um passo a frente, nem um passo atrás, é melhor se fingir de estátua, afinal "sempre pode ser pior", pensamos. Será? Será que qualquer coisa não é melhor que ver a vida nos escapando pelos dedos, fazendo apenas aquilo que devemos fazer e não o que realmente queremos? Por mais que isso seja arriscado? Como se a vida não fosse um risco né?

As vezes não dá vontade de gritar chega pra tudo isso? É deveriamos, mas nem sempre é possível no momento que desajamos, mas eu creio que é possível sim, com força e determinação, com resiliência, como tem nos faltado isso. Bom no momento eu queria jogar algumas "vaquinhas" na minha vida pro brejo, mas ainda não posso. Porque depois de anos encontrei uma coisa que tem me feito muito bem, a faculdade, o curso de Comunicação. É maravilhoso, mas custa caro, física, financeiramente, enfim, tudo na vida tem um preço, mas nossa vida não pode ter, ela ainda precisa ser maior que tudo. E eu sigo confiando no meu Deus, certa de que tudo vai dar certo, mas não acomodada. Que Ele continue me ajudando sempre a ir atrás dos meus sonhos, a não desistir por mais que pareça difícil, que Ele nos ajude a enxergar nossos sonhos por trás dessa "cortina" que nos sega algumas vezes. Amém.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Mente cheia... mente vazia...



A volta a faculdade, a correria de sempre tem me feito ver o quanto isso me fez falta agora que estou me acostumando com esse corre corre todo. Ainda mais pra mentes hiperativas como a minha. Apesar do cansaço físico e mental que tudo isso proporciona é muito bom estar de volta, rever os amigos, os professores, toda aquela papela pra ler. Acabo de perceber o quanto tudo isso me fez falta nas férias. Claro que o melhor era ter relaxado e curtido ao invés de estressar e quase fundir a "máquina" mas ninguém avisou isso pra ela, ela queria continuar trabalhando no mesmo ritmo.

Acho que por pior e mais desgastante que seja nos acostumamos com quase tudo nessa vida, até com a morte, mesmo que seja por falta de escolha. Nos acostumamos com trabalhos que não gostamos, exploração, afinal não há outra maneira né? Será que não mesmo?

Ontem na faculdade discutindo o significado de cultura, origem, entre outras coisas, o professor colocou em pauta um começo de discussão sobre o valor das coisas. O primeiro exemplo foi um celular(acho que é o mais simples). Quando compramos um celular o que nos vem a mente? Provavelmente "ó que moderno, que desing, que coisa incrível!" Ou será que pensamos " ó quanta inteligencia foi colocada nele, quanto suor e noites sem dormir para que agora ele estivésse em minhas mãos!" Não né? Eu nunca pensei nisso. Mas deveriamos pensar, ontem eu comecei a pensar e comecei a "viajar" no que vem por trás das roupas que são vendidas a quilo, aquelas que a gente paga R$3,oo achando o máximo. Fiquei pensando em quanto centavos a pessoa que fez receberia, na porcentagem que ela receberia no sucesso da empresa que ajuda a construir.

Não sei se a vida, esses tempos modernos tem nos feito tão desumanos a ponto de não enxergarmos esse tipo de coisa, ou se simplesmente desistimos de enxergar. Se pensarmos bem é fácil não pensar nisso, é só juntar uma pitada de correria, umas gotas de "saco cheio" de tudo, mais um punhado de mecanização e a receita da desumanização já tá pronta. Afinal quem vai pensar em crianças sendo exploradas quanto sofre isso todos os dias no trabalho, que diferença há para nossa cabeça? Quem vai pensar em comprar uma peça de R$15,00 quando pode comprar uma de R$3,00? "Explorado sou eu que trabalho de sou a sol pra receber um mísero salário" pensamos. E não é verdade? É, também, mas não é a única verdade, o outro existe e quer ser enxergado, precisa ser enxergado, até porque vivendo nessas condições ele não consegue, na maioria das vezes, fazê-lo por si só.

Por isso por mais que "dê trabalho", e querendo ou não gere um desgaste ainda maior para nossa mente pensar nessas sutilesas da vida, é preciso. Mente cheia é sempre melhor que mente vazia.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Organizando a "casa"


foto por adriane olhares.com

Já falei várias vezes nesse sentido, mas vamos lá acho que é sempre bom compartilhar aquilo que nos faz bem.

Esses últimos dias como tenho lhes contado foram dias difíceis, fiquei na corda bamba entre minha saúde e meu sonho. Foi levantada a hipótese de trancar a faculdade até que melhorasse mas eu não quis e graças a Deus, foi a escolha acertada, Ele tem me honrado e tenho melhorado a cada dia.

Ontem foi um dia muito especial pra mim. Sabe aqueles dias em que você não sabe porque mas se sente forte, com um ânimo novo? Pois é, essa é a ideia. Trabalhei, fui a uma reunião de trabalho em outra cidade e voltei pra casa, até aí nada demais. Mas quando cheguei em casa não tinha ninguém. Eu nem sei porque mas senti um alívio, eu precisava pensar um pouco, ficar só, só eu e Deus.

Assisti um pouco de TV e depois que acabou a novela e começou o "Big Bosta" eu desliguei e fui ouvir música. Coloquei o som um pouco mais alto e fui bordar uma gargantilha(sim porque eu e minha mãe vamos mexer com bijus agora, depois conto melhor). Enfim, coloquei o som mais alto, com boas músicas e fiquei bordando e pensando. Minha cadelinha tava inquieta na porta esperando minha mãe chegar, não vive sem ela. Mas notei que ela tava mais tristinha. Mas ela é uma ferinha, não deixa eu pegar no colo muito não, rosna que é uma coisa. Mas eu peguei ela e comecei a dançar com ela no colo, aconcheguei ela pensando na minha família. Ela ficou calminha e depois deitou na caminha e dormiu tranquila.

Pensa bem, se até um bichinho precisa de carinho imagina nós. Na minha casa sinto que estamos todas assim, carentes de afeto, de um carinho a mais. Estamos tão absorvidas em nossas vidas que falta o principal, o que indispensável. Tem gente que tem pouco dinheiro, uma vida daquelas, mas tem amor, carinho e aí consegue vencer tudo. Na minha família eu tive exemplo disso, meus tios venceram um perrengue daqueles porque ficaram unidos, o tempo todo, é claro que tiveram momentos difíceis, mas superaram e hoje estão bem.

Se pensarmos bem é disso que o mundo tá precisando, mais contato. Ficamos tão deslumbrandos com essas coisas todas, com todos esses aparatos desse "novo mundo" e esquecemos que o fundamental não pode ser perdido. Não tem tecnologia que substitua o carinho, não tem e-mail que substitua um abraço, (amenisa quando é a única opção), mas se puder prefira o abraço. Quantas guerras isso poderia poupar, um único e simples gesto.

Ah.. Tomara que vivamos o bastante pra aprender isso.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Onde dói a ferida



Bom, como falei no penúltimo post, tenho passado por alguns problemas de saúde, na verdade uma estafa, estresse mesmo, comum nesse mundo corrido em que vivemos. Mas vim sentir isso agora nas férias da faculdade, porque antes eu não podia adoecer(ainda não posso as férias são só da faculdade, mas fazer o que?)rs.

Como diria um amigo a-dor-é-ser. Realmente muitas vezes nosso modo de ver a vida, nossas preocupações, a mania de pensar demais(meu caso, que não dou descanso pra minha cabeça nem pra dormir), toda a junção de coisas que formam o que somos, nos faz adoecer. Não é nenhuma novidade o que estou dizendo(bom pra algumas pessoas talvez seja). Porque nem todo mundo para pra pensar nessas coisas, mas eu tive longos 4 anos e meio para isso, o período da minha depressão. Pensei, pensei, pensei, foi o que fiz, e não foi ruim não, não totalmente. Eu acabei amadurecendo muito rápido e depois de tudo que passei o resto acaba sendo fichinha. Sabe o filme "Bicho de Sete cabeças"? Então passei por coisas bem parecidas, não por causa de nenhuma droga, droga pesada mesmo é dentro das clínicas que ele dão. Mas enfim, não é disso que quero falar, passou, um dia talvez conte melhor a história.

A questão é que todos temos algo que eventualmente nos faz sofrer, alguém que magoamos, erros que cometemos, nossa modo de ser, mentes inquietas(como a minha), enfim, só não sofre quem não "pensa" muito, quem passa na vida como que a passeio. Mas se esse é o preço por não passar pela vida a passeio, eu pago, e com o maior prazer. Aliás tenho pagado, há muito tempo, minha vida toda na verdade, desde que me entendo por gente e principalmente desde que comecei a discernir as coisas.

Enfim, cada um sabe onde "o calo aperta", e porquê. Resta-nos aprender a sofrer menos com essas coisas, aprender a esvaziar de vez enquando nosso "HD", relaxar, deixar alguns problemas pra depois, pra quando o dia clarear, "pra quando o sol sair", pra quando Deus quizer. Respirar fundo também ajuda, contemplar pôr do sois, formiguinhas em suas vidinhas agitadas e dar uma de "cigarra", de vez enquando é bom.

No momento eu to tentando fazer isso pra descansar a cabeça e pra não perder a cabeça. Mas apesar de tudo eu me sinto privilegiada porque sei que vou sair disso tudo ainda mais forte, mais preparada pra esse mundo que quanto mais conhecemos, mais falta conhecer. É claro que não me sinto privilegiada sempre, tem horas que o que eu mais quero é chutar o balde, e gritar: "Chega!! Cansei dessa brincadeira". Mas depois passa e eu me lembro que crescer é bom, e que tem gente que só cresce assim, na verdade é a melhor maneira de crescer. E que no final, bom no final a gente vê o que acontece, melhor mesmo é curtir o presente, por pior que ele possa parecer, e saber que aconteça o que acontecer vai ter valido a pena.

Pronto, agora só falta colocar isso um pouco mais em prática.rs

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

O que acho dos realitys




Com toda essa febre de BBB, Fazenda, Solitários e sei lá mais o que. Acho que o momento é apropriado para falar sobre isso. Claro que não sou perito no assunto, é minha humilde opinião como observadora da humanidade.

Para mim existem algumas razões óbvias para as pessoas gostarem disso.

1° Todos(não falo só de brasileiros), gostam de "bisbilhotar", de dar palpite na vida alheia. Até porque é sempre melhor tentar resolver os problemas dos outros do que os nossos.

2° Sempre que muitas pessoas estranhas se juntam algum "barraco" acontece e a maioria das pessoas também gosta muito disso. É uma triste constatação, mais é fato, nenhuma novidade nisso. E porquê? Sei lá, isso eu não consigo entender mesmo, acho que curiosidade em partes, e talvez porque vendo na TV fica mais "bonitinho", as pessoas se identificam com "barracos" cotidianos e passam a achar que é tudo muito normal afinal.

3° Mesmo que elas não estejam lá dentro elas podem sonhar em estar um dia e aprender as "técnicas" para tanto. E já ficam imaginando o que podem fazer com todo o dinheiro e com a "fama" que podem "ganhar". Doce ilusão, a coisa parece bem mais bonitinha de fora, mas pode ser bem mais cruel do outro lado.

Agora de quem participa eu sinceramente digo que é uma grande babaquice. Essas pessoas ficam lá, expostas como "bichinhos de circo" animando a platéia, sendo usadas de uma maneira nojenta. E elas ainda ficam felizes!! Eu juro que não entendo isso. Nem 300 milhões pagam minha diginidade. Sinceramente acho isso muito triste, triste pensar que a humanidade tem descido tão baixo. Triste pensar que os "Mass medias" por aí tem usado tão mal o "poder" que tem nas mãos e jogado tão sujo com as pessoas, usando seus sonhos para iludilos, com uma coisa que vale pra poucos. E sinceramente esses poucos que ganham a tão desejada fama e dinheiro ganham muito menos do que aqueles que usaram e abusaram de sua imagem.

Bom, não sou a pessoa ideal para discutir essa coisa de fama, só a palavra me arrepia, prefiro sucesso, determinação, garra pra enfrentar a vida, ganhar o dinheiro do suor do próprio trabalho e não em um jogo de "bicho" e pra "bicho". Prefiro viver em um mundo onde a competência valha mais que um rostinho ou um corpinho bonito, e o onde o respeito e a dignidade não tenham preço.

Obs: Resolvi aceitar o conselho do meu amigo Reginaldo e escrever, afinal "quem escreve os males espanta". rsrs Obrigada querido, é sempre bom ter amigos como você!

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Olá queridos!



Olá queridos amigos, bloqueiros e seguidores. Como perceberam(ou não), ando meio sumida, e peço desculpas, porque detesto abandonar o blog por tanto tempo. Mas estou cuidando de uns problemas de saúde, torçam por mim, logo, logo estarei de volta, se Deus quizer.
Enquanto isso vou deixar uma canção pra vocês meditarem, falou muito comigo um bom tempo(na verdade ainda fala), acho muito rica.

Sol de Primavera
Beto Guedes
Composição: Beto Guedes / Ronaldo Bastos

Quando entrar setembro e a boa nova andar nos campos
Quero ver brotar o perdão onde a gente plantou juntos outra vez
Já sonhamos juntos semeando as canções no vento
Quero ver crescer nossa voz no que falta sonhar
Já choramos muito, muitos se perderam no caminho
Mesmo assim não custa inventar uma nova canção que venha nos trazer
Sol de primavera abre as janelas do meu peito
a lição sabemos de cor
só nos resta aprender...

Depois conversamos sobre ela.rsrs


Beijoos a todos
E obrigada pelo carinho de sempre!!

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Perspectivas



Esses dias aconteceu uma coisa muito chocante e ao mesmo tempo reveladora comigo, nem sei explicar, mas vou tentar.

Estava eu assistindo TV em um daqueles dias normais em que você não espera que nada de muito interessante aconteça. Pois bem, estava confortavelmente deitada no meu sofá, quando passa uma daquelas chamadas de jornal. Não me lembro ao certo, acho que era a Fátima Bernardes, mas pouco importa, o importante foi o que ela disse e o que aquilo fez comigo. Ela anunciou duas manchetes, 1° disse: "Termina mais uma operação no menino das agulhas, ao todo foram retiradas 22 agulhas dele"(algo assim). A segunda foi: " Prendem(ou são detidos) os ladrões do óculos da estátua de Carlos Drumond de Andrade, eles já haviam roubado os óculos 8 vezes". E eu então exclamei: "8 vezes?" Entendem o que isso significa? As duas manchetes foram dadas em uma sequência, primeiro o menino, depois o óculos da estátua, e o que me chamou atenção?

É assim que as coisas acontecem, infelizmente, mas é. Ficamos anestesiados com as crueldades da vida, depois que ouvimos, 2 ou 3 vezes já vai perdendo o peso. Eu já tinha ouvido várias vezes e me chocava quando ouvia, mas aí deixou de ser novidade e pronto, o óculos chamou mais atenção. É terrível eu sei, mas é a realidade, que atire a primeira pedra quem nunca agiu assim. Quando você passa perto de um bêbado caido no chão e não tenta ajudar é assim que você está agindo, quando se nega a ajudar alguém que precisa, quando deixa de se comover com um bichinho machucado que seja. É assim que é, essa é vida que temos vivido, friamente, sem nos envolver com nada, não é da nossa conta, já temos problemas demais, é assim que nossa mente funciona, na maioria das vezes. Mas não, tanta gente tem tão pouco e ajuda tanto. E quando falo de ajuda não é só a financeira, tem gente que precisa só de um "ombro" pra chorar, alguém pra conversar. Se dedicarmos um dia das nossas semanas pra ir a um asilo por exemplo, conversar com um idoso, apenas isso já lhes trás uma alegria que não podemos calcular.

Mas a questão é, porque estamos ficando assim, tão frios, tão indiferentes. Porque o problema do outro deixou de ser o meu? Será que nos esquecemos do quanto dependemos uns dos outros? Será que somos ingênuos o bastante para pensar que nunca vamos precisar de ninguém? Ou pelo menos ninguém fora do nosso "mundinho"? Isso só pra sermos práticos, que é o mal desse "século" mesmo. Mas é questão é (como meu amigo Fred disse no seu último post), é entre "bichos" e pessoas.

Fiquei pensando muito da questão da mídia nessa história depois do ocorrido, e sim, acho que ela tem lá sua parcela de "culpa", mas nós também temos. Explico. A mídia tem um poder absurdo de nos "manipular", nos envolver, fazer com que "olhemos" na direção indicada. Talvez a intenção naquele momento fosse "me" fazer ver os 8 óculos roubados mesmo e não as 22 agulhas tiradas de uma criança(que já não era mais novidade). Pode ser, mas eu vi o que queria ver. Não acredito muito na teoria da agulha hipodérmica, que diz que a mídia inocula em você o que ela quer e você é obrigado a aceitar aquilo e pronto, mas ou menos isso, só pra resumir. Eu acho que sim, a mídia sabe como nos convencer, mas somos não somos bichos no sentido literal mesmo da palavra, incapazes de regeitar a "mensagem" proposta pela mídia. Enfim, sendo mais prática, nós somos capazes de dizer não, "não quero ver Luciano Huck, quero ir visitar alguém que precisa de mim, o Luciano não sentirá minha falta." Ou "não, não quero aceitar que um óculos de metal seja mais importante que a vida de uma criança."

A questão toda é repensar nosso modo de ver as coisas, de ver o mundo, retirar as vendas dos nossos olhos e acordar para a realidade, o mundo precisa de ajuda! As pessoas que vivem nele, muto mais! Nós precisamos uns dos outros, precisamos dessa senssibilidade que a vida vai nos fazendo perder. Precisamos entender que a vida é breve e que a maior riqueza que podemos deixar aqui é o que fazemos de bom, o sorriso que "colocamos" no rosto de uma criança, a amizade sincera que é o maior abrigo, depois de Deus, que podemos ter. Aaaah.. O que falta acontecer pra entender isso de uma vez por todas?

Sinceramente não falta mais nada! Ou pelo menos não deveria faltar, mas cadê que a gente muda. Não! Porque é muito mais fácil ficar confortavelmente sentados em nosso sofá nos "lamentando", fingindo que nos importamos com as angustias dos outros. E é dificíl admitir isso mas é a realidade, eu me incluo nesse grupo, faz tempo que eu não sei o que é olhar de verdade para as pessoas a minha volta e ver que elas tem problemas como eu e muitas vezes bem maiores que os meus. E que sejam menores ou iguais, tanto melhor, assim um ajuda o outro. O que não entendemos é o quanto se importar com o outro significa ao mesmo tempo se importar com sigo mesmo. Acredite você ou não na Bíblia(eu acredito), ela diz algo nesse sentido que é esclarecedor: "Amai ao próximo, como a SI mesmo." Percebem? Como a Si mesmo. Ninguém consegue amar o outro se não se ama, ninguém consegue enxergar o outro, se não se enxerga. Por isso faça o que fizer comece por se amar e verá que as coisas começam a fazer mais sentido. Vou tentar exercitar mais isso também, não é uma promessa de fim de ano! É só algo que vem perturbando essa mente inquieta, e espero que continue perturbando mesmo, porque o dia que parar vou saber que virei "bicho" de verdade.

Esse post contou com a influência deste, confiram também.

http://ventonavaranda.blogspot.com/2009/12/amigo-bichoculto.html
(Vão ter que copiar e colar porque a criatura aqui ainda não aprendeu a criar link tá?)rs